Vampiros voltam com estilo humanizado
Por: Flávia Ribeiro-4ºsemestre(flavinhadiasribeiro@hotmail.com)
Vanessa Carvalho-4ºsemestre (nessa18carvalho@hotmail.com)
Tudo começou com Conde Drácula, que iniciou a “ordem vampiresca” com o livro “Drácula”, de Bram Stoker. Logo após surgiram outros livros e filmes sobre o tema, como “Anjos da Noite”, “Blade”, “Entrevista com o Vampiro”, “Van Helsing”, “True Blood”, etc. Porém, com o passar dos anos, os vampiros caíram no esquecimento. Eventualmente, um livro, um seriado ou até um filme são lançados, porém já sem fazer o mesmo sucesso de antes.
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Com o surgimento de Split, The Vampire Diares e a Saga Crepúsculo os “vampiromaniacos” voltaram com toda força, lotaram cinemas, shoppings, livrarias e o tema mais procurado voltou a ser os “bebedores de sangue”.
Os vampiros foram inspiração para o aluno Juliano Schiavo, de Jornalismo Contemporâneo da Unimep, que recentemente lançou o livro O Silêncio das Mariposas. Segundo ele, a inspiração para a história veio de alguns livros. "O que mais me motivou a escrever foi o livro O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger, com seu Holden Caufield, um adolescente em busca de seu ‘eu’. Também não posso deixar de destacar o livro O Perfume, de Patrick Süskind, com seu Jean-Baptiste Grenouille, de personalidade sociopática.”
O autor afirmou que vampiros sempre estiveram no imaginário popular, por estarem ligados a questões como morte e sensualidade. “Sempre gostei do tema, porém esse é meu primeiro trabalho de literatura sobre
vampiros. Em especial tenho predileção por Anne Rice e seus vampiros, que são demasiadamente humanos”.
Existe um público cativo, que gosta do tema, como a aluna do 8º semestre de jornalismo, Vanessa Abdallah Haas, fascinada pela saga “Crepúsculo”. Vanessa afirma que a autora aborda o tema de forma interessante, colocando o vampiro com um ser humano, alguém que anda entre a gente. “O que cativa o publico é que não é aquela historia de vampiros que explodem ao sol, com alho, estacas e crucifixo. Eles se relacionam com pessoas, com colegas de escola, se enturmam, não vivem isolados”. Essa nova geração traz vampiros mais humanizados. “Ele é como um ser humano normal, não sente vontade de sangue humano, se alimenta de animais” continua Vanessa.
A imortalidade, a beleza, a sensualidade, entre outras, tocam em questões profundas da natureza humana, e essa é uma forma de conquistar o público. Despertam nas pessoas diversos instintos, dando asas à imaginação.
Vanessa Haas fala sobre sua paixão por Crepúsculo:
Confira Nosferatu, o primeiro filme sobre vampiros:
http://video.google.com/videoplay?docid=-6185283610506001721#